quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Recordar...


"Obrigado por tudo o que fizeste,
Eu senti a tua falta por muito tempo,
Não posso acreditar que foste embora e
Ainda vives em mim,
Eu sinto-te no vento
Guias-me constantemente.

Eu nunca soube o que era estar sozinho... não!
Porque tu estavas sempre lá para mim,
Estavas sempre lá à espera,
Mas agora eu vou para casa
E sinto falta do teu seu rosto
Sorrindo para mim.
Eu fecho os meus olhos para ver.
E eu sei...
Tu és uma parte de mim,
E é a tua canção
Que me deixa livre.
Eu canto-a quando
Eu sinto que não consigo mais aguentar.
Eu canto-a esta à noite
Porque me conforta.

Eu carrego as coisas
Que me fazem lembrar de ti.
Numa memória amorosa da
Única que era tão real
Tu eras tão amável quanto podias ser
E embora tu tenhas ido embora,
Continuas a ser como o mundo para mim."

Tradução da música In Loving Memory, Alter Bridge

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Quando um amor eterno dá lugar ao ódio permanente...

É com lágrimas no rosto que estas palavras se escrevem a si mesmas. Há alturas na vida em que temos de carregar ainda mais na ferida aberta para que ela possa sarar, há alturas em que as lágrimas são o maior remédio e em que o sorriso a maior saudade. Ser homem não me dá vergonha em chorar, nem me transforma numa criança. Ser sonhador não me ridiculariza, nem me transforma numa pessoa infantil. Apetece-me continuar a chorar, cada vez mais, sem saber qual a razão. Apetece-me recuperar a felicidade, mas não tenho forças para isso. Choro todos os dias e noites. Choro e ponho triste quem me rodeia. Mas isso não me torna uma criança, sou um homem, com sonhos e objectivos. Hoje, é mais um dia para continuar a chorar e fazer tudo para que esta semana passe rápido. Hoje é um dia triste. Hoje é o fim. Hoje fugo para nunca mais voltar. Hoje desisto dos meus sonhos, abdico do meu futuro para ir em busca da minha felicidade... Tempos dificéis, precisam de decisões ainda mais dificéis.
Só preciso de calar a voz que ao longe grita na minha alma: "Não, cris, não o faças..."

A leveza das palavras não se confunde com o sentimento poderoso que comportam...

Ja ouvi isto vezes e vezes sem conta, tem sido este poema que me tem feito companhia nos últimos dois dias, quando te vejo, sinto que estás presente, mas me respondes com um duro e absoluto silêncio...



"Posso escrever os versos mais tristes esta noite.

Escrever, por exemplo: "A noite está estrelada,
e brilham, azuis, os astros, ao longe".
O vento da noite gira no céu e canta.

Posso escrever os versos mais tristes esta noite.
Eu a quis, e às vezes ela também me quis.

Nas noites como esta a tive entre meus braços.
A beijei tantas vezes sob o céu infinito.

Ela me quis, às vezes eu também a queria.
Como não haver amado seus grandes olhos fixos.

Posso escrever os versos mais tristes esta noite.
Pensar que não a tenho. Sentir que a perdi.

Ouvir a noite imensa, mais imensa sem ela.
E o verso cai à alma como ao pasto o orvalho.

Que importa que meu amor não pudesse guardá-la.
A noite está estrelada e ela não está comigo.

Isso é tudo. Ao longe alguém canta. Ao longe.
Minha alma não se contenta com havê-la perdido.

Como para aproximá-la meu olhar a busca.
Meu coração a busca, e ela não está comigo.

A mesma noite que faz branquear as mesmas árvores.
Nós, os de então, já não somos os mesmos.

Já não a quero, é certo, mas quando a quis.
Minha voz buscava o vento para tocar seu ouvido.

De outro. Será de outro. Como antes de meus beijos.
Sua voz, seu corpo claro. Seus olhos infinitos.

Já não a quero, é certo, mas talvez a quero.
É tão curto o amor, e é tão longo o esquecimento.

Porque em noites como esta a tive entre meus braços,
minha alma não se contenta com havê-la perdido.

Embora esta seja a última dor que ela me causa,
e estes sejam os últimos versos que eu lhe escrevo."


Pablo Neruda

Renascimento...


Agora somos só nós dois. Eu e tu. Sem mais ninguém curioso, sem mais ninguém entre nós. Apenas eu e tu. Eu falo para ti, somente para ti. Escrevo para ti. Sonho para ti. Penso para ti. Sorrio para ti. Tudo é para ti e para mais ninguém. Não sei se queres ou não, mas é para ti.



Este espaço pertence-nos como a nossa própria alma. Tudo o que aconteceu perdurará na minha mente até ao fim dos meus dias... A beleza e a felicidade que foi será para sempre recordada aqui, no mesmo lugar onde te demonstrei que te amava tantas vezes...



Este lugar existe porque tu apareceste na minha vida e deste-lhe cor. Mais do que uma homenagem ao que sinto por ti, este lugar é uma demonstração da existência do meu amor por ti, um bocadinho mais todos os dias...



Amo-te, é a única coisa que sei fazer e sentir.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Post nº 492 - O meu último post / suspiro cultural...

O Fim. Após 3 anos e meio, chegou o fim. Aqui deixo parte da minha vida e parte das minhas emoções. Esta é a última vez, simplesmente porque tinha de haver uma última vez. As palavras continuarão vivas podendo voar ao sabor do vento, mas não mais serão alimentadas. Passei imenso tempo aqui, um tempo que hoje já não tenho e que hoje já não quero ter. Este é o último capítulo de uma longa história que absorveu a minha vida durante imenso tempo...

A última imagem que vos deixo:


(Juntos, viveremos para sempre!)



A última música que vos sugiro:



(If roses are meant to be red
And violets to be blue
Why isn't my heart meant for you...)


Os últimos versos que vos declamo:

(...)Já gastámos as palavras.
Quando agora digo: meu amor...,
já se não passa absolutamente nada.
E no entanto, antes das palavras gastas,
tenho a certeza
de que todas as coisas estremeciam
só de murmurar o teu nome
no silêncio do meu coração.
Não temos já nada para dar.
Dentro de ti
não há nada que me peça água.
O passado é inútil como um trapo.
E já te disse: as palavras estão gastas.

Adeus.

Digo-o novamente: é o fim. Fica a promessa que um dia voltarei a algo idêntico com outro rosto e outras palavras. Todavia, a partir de hoje parto à conquista do mundo e para manter a minha sanidade mental terei de deixar este blog para trás. Contudo, como dizia Saramago : "Encontramo-nos noutro sítio."

Bye Past, Present and Future. Hello my life!

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Porque sei que gostas... [26]

sábado, 10 de julho de 2010

No love No glory...


"(...)and so it is
just like you said it would be
life goes easy on me
most of the time
and so it is
the shorter story
no love no glory
no hero in her skies
i can't take my eyes off of you
and so it is
just like you said it should be
we'll both forget the breeze
most of the time
and so it is
the colder water
the blower's daughter
the pupil in denial
i can't take my eyes off of you
did I say that I loathe you?
did I say that I want to leave it all behind?
i can't take my mind off of you
my mind
'til I find somebody new (...)"

sábado, 19 de junho de 2010

Um desejo...

"Back to you
It always comes around
Back to you
I walk with your shadow
I'm sleeping in my bed
With your silhouette"

domingo, 13 de junho de 2010

Momentos Soltos



[I Miss You...]

domingo, 30 de maio de 2010

Palavras...

Há palavras que nos beijam
Como se tivessem boca.
Palavras de amor, de esperança,
De imenso amor, de esperança louca.


Alexandre O'Neill

Voltar atrás no tempo...

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Benção...=)


No princípio era o Lugar da Esperança,
Onde a felicidade era o primeiro sentimento,
E o orgulho a primeira lembrança,
Do como passaram quatro anos num momento.

Ao entrar, os corredores barulhentos
Faziam lembrar um coliseu em noite de concerto,
A mistura de vozes colidiam com os pensamentos,
Recordo cada segundo com aquele aperto.

Os anos passaram como um verdadeiro suspiro,
À noite ainda oiço as vozes a criarem confusões,
De outrora vividas em retiro,
Foram e são verdadeiras emoções.

Na verdade, nunca tive muitos amigos,
Nunca aproveitei o lado da convivência.
São poucos, mas para sempre sentidos,
E recordados nos eternos lugares da minha consciência.

Os momentos difíceis que o vento embalou,
Foram testes à minha humildade,
E agora para onde vou?
E agora o que faço à saudade?

O Futuro poderá ser incerto,
Poderei não saber como viver o amanhã,
Mas não esquecerei quem de mim esteve perto,
E me manteve a mente sã.

Na Caridade e Na Verdade,
Construir, hoje, o amanhã?
Na Paixão e Na Certeza,
Viver o amanhã rejubilando-me
Com o Passado.

Tudo isto representa o início de um novo ciclo eterno,
O que por vezes o nosso coração queria,
Mas agora olhamos para trás e recordamos quem foi nosso fraterno,
E já sentimos Saudades da Academia!

domingo, 9 de maio de 2010

Momentos assim...


Pergunto a mim próprio em que noite nos perdemos?,
Que desencontro nos levou de um a outro lado das
Nossas vidas? E que caminhos evitámos para que os nossos
Passos se não voltassem a cruzar? Mas as perguntas que
Te faço, hoje, já não têm resposta. Sento-me contigo,
Nesta mesa da memória, e partilho o prato da solidão. Tu,
Na cadeira vazia onde te imagino, sacodes o cabelo com
Um aceno de ironia. E dou-te razão: as coisas podiam
Ter sido de outro modo. Não te disse as palavras que
Esperaste; e havia o mar, com as suas ondas, nessa tarde
Em que me puxaste para longe da cidade, como se
A noite não nos obrigasse a voltar, quando o horizonte
Se apagou à nossa frente. Depois disso, nenhuma
Pergunta tem resposta. O que é absurdo há-de continuar
Absurdo, como o horizonte não se voltou a abrir,
Trazendo de volta os teus olhos que me pediam que
Os olhasse, até que a noite me impedisse de o fazer.


Nuno Júdice, Em Frente ao Mar

Dá cada vez mais vontade e está cada vez mais próximo... :)


Want to pack your bags
Something small
Take what you need
And we'll disappear
Without a trace
We'll be gone gone
Moon and the stars
Will follow the car
Then when we get
To the ocean
Gonna take a boat
To the end of the world
All the way
To the end of the world
Oh and when the kids
Are old enough we're
Gonna teach them to fly

You and me together
We can do anything baby(...)

Dave Matthews Band - You & Me

sexta-feira, 7 de maio de 2010

(...)


No fundo, as relações entre mim e ti
cabem na palma da mão:
onde o teu corpo se esconde e
de onde,
quando sopro por entre os dedos,
foge como fumo
um pequeno pássaro,
ou um simples segredo
que guardávamos para a noite.

Nuno Júdice, in "O Movimento do Mundo"

domingo, 2 de maio de 2010

Uma inspiração e uma Companhia para estes dias dificéis...^^


.."

segunda-feira, 5 de abril de 2010

É tão bom recordar certas coisas...



"I'm feeling kind of scared
cuz I'm falling in love with you
But you don't care
cuz you don't know how I feel

I don't want to give my heart to someone new
I've been there before and it's my heart she tore in two

Can somebody please stop me,
From falling for this girl
I don't want to have to go through love again
Cuz it always hurts
"

A Mulher do Viajante no Tempo


Sinopse:

Baseado no best-seller de Audrey Niffenegger, o filme conta a história de um bibliotecário de Chicago (Eric Bana) que tem uma doença genética que lhe faz viajar no tempo quando ele está stressado. Embora ele desapareça muitas vezes durante longos períodos de tempo, ele tenta construir um relacionamento romântico com Clare Abshire (Rachel McAdams) - seu único e verdadeiro amor.

Opinião:

Não tem nada que enganar, aqui estamos perante um puro e verdadeiro romance. Esplêndido, tocante e com uma emoção muito rara. Já tinha ouvido falar deste filme, mas ainda não tinha tido a oportunidade de o ver, e hoje consegui, finalmente. Desde logo tem dois actores de excelência que fazem deste filme um verdadeiro "perfume", em muitos momentos fez-me lembrar aqueles filmes do Tom Cruise e a Nicole Kidman no início dos anos 90.


A história que justifica todo a intriga prende-se com um problema genético de um homem, originando que ele desapareça (isto é, "desmaterialize-se") de um segundo para o outro e a partir daí viaje no tempo, reencontrando pessoas conhecidas e que lhe são algo, no passado. É, no meio desta situação, que ele encontra-se constantemente com uma mulher, desde a sua infância até ao dia em que esta é a sua verdadeira esposa. E o filme desenrola-se assim, um desaparecimento e aparecimento subjectivo, isto é, sabem que irá acontecer, mas não sabem quando.


Depois de casados, as dificuldades aumentam. Ele desaparece durante semanas, sem conseguir regressar àquela época, deixando-a sozinha em alturas importantes das nossas vidas, enquanto a encontra na sua juventude vários anos antes. Digamos que ele está sempre com ela, durante toda a sua vida, mesmo quando viaja no tempo, porque a vai encontrar sempre e vai tentar sempre estar o máximo de tempo com ela, o que nem sempre é fácil. Uma das maiores virtudes desta obra de arte está quando existe a vontade de terem um filho, e o que se desenrola a partir desse momento...


Não é um romance lamechas e, muito menos, entediante. É confortante e até engraçado. Constitui, sem dúvida, um belo pedaço de cinema muito bem passado.


Nota: 7/10


Ver_Trailer

domingo, 4 de abril de 2010

Forever Strong


Sinopse:

Rick Penning vive a sua vida da mesma forma que joga rugby: rápida, forte e intensamente. Quando ele vai parar na prisão devido a um acidente de trânsito, conhece Marcus Tate, que lhe oferece a oportunidade de voltar a jogar pela sua antiga equipa rival. Relutante, Rick decide entrar para a equipa e deve passar por uma forte rotina de treinos e duras normas de conduta impostas pelo novo treinador. Rick precisa enfrentar uma grande prova de fogo ao ter que enfrentar a sua antiga equipa que é treinada justamente pelo seu pai.


Opinião:


Este é o filme ideal para quem gostou de filmes como "Jerry Maguire" ou "Um Domingo Qualquer", uma vez que o tema principal é o desporto, a confiança e o espírito de equipa. Sobre este filme não há muito a dizer, a não ser que nos ensina: que existem segundas oportunidades na vida, que elas muitas vezes vêm de onde não se espera e que os erros merecem o seu castigo, mas que este não deve ser para toda a vida.


Os excessos ligados ao álcool levam a um atleta com um enorme potencial à prisão, e vai ser nela que surge a ligação com a equipa que era a sua eterna rival. Aí aprende que mais importante do que saber jogar rugby é estar em plena forma física e mental; e aprende que o objectivo deles não é formar equipas campeãs, mas atletas campeões, a nivel profissional, mas essencialmente, pessoal. Vai ser nessa experiência que aprende que o espírito de equipa e a formação pessoal de cada um é mais importante do que ser um "menino bonito que tem imensas miúdas". Mais tarde, temos o confronto entre pai e filho, que estão em lados diferentes...


Este é um filme bastante interessante, que nos prende a cada minuto. Está bem construído e sem erros que mereçam ser apontados. Gostei. Dentro deste estilo é um grande filme.


Nota: 7/10 - Bom


Ver_Trailer

Parnassus, O Homem que queria enganar o Diabo


Sinopse:

Dr. Parnassus é um imortal contador de histórias que possui um teatro itinerante. Séculos atrás, ele fez um pacto com Sr. Nick, o demónio, no qual recebeu o dom da imortalidade. Em troca, Dr. Parnassus deve entregar o seu primeiro filho ou filha ao Sr. Nick após o aniversário de 16 anos. Valentina, a sua primeira filha, está prestes a atingir essa idade. Então, Dr Parnassus e Sr. Nick renegociam o pacto. Agora, o contador de histórias precisa lutar contra o tempo e contar com a ajuda de outros para salvar sua filha.

Opinião:

Antes de mais, este é o filme póstumo do actor Heath Ledger (actor de Joker, in Batman), sendo que este morreu quando a produção do filme já se encontrava perto do fim. Digamos que este antes de completo já era um filme muito esperado: por ser o último de Heath, por depois da sua morte ter sido dito que o filme nunca seria concluído, por depois de ser concluído ter sido dito que não seria colocado nos cinemas para não retirar a grande imagem que todos ficaram com a última actuação de Heath no Batman, e por toda a gente pensar que seria uma verdadeira incógnita. Enfim, foi um dos filmes mais aguardados do ano. Finalmente estreou nos cinemas depois de tantas interrogações.

Em primeiro lugar, é preciso dizer que apesar de não envergonhar a imagem que todos tínhamos de Heath pelo seu papel de Joker, aqui o seu papel não é tão bestial e tão marcante. É um papel simples, sendo compreensível que nunca chegasse para um Óscar ou qualquer outro prémio. Quanto aos outros actores que ajudaram a terminar o filme vestindo a personagem de Heath (Jude Law, Johnny Depp e Collin Farrell), sem dúvida, alguma que Johnny Depp foi muito melhor, é um actor incrivelmente fantástico, sendo que o papel lhe serviu que nem uma luva, pois o filme era claramente à sua imagem: exuberante, fantasioso e encantador.

Por outro lado, deixando os actores de parte, é de referir que esta produção tem dois grandes méritos: a qualidade original do argumento (nunca vi nada do género) e a qualidade exuberante das imagens. Deve ter sido um dos melhores filmes de fantasia que vi nos últimos anos. Só peca por uma única coisa: os pontos mortos da história. As sequências de cenas fantasiosas são substituídas por cenas mais paradas e que transmitem pouca informação e emoção. Talvez tenha sido por isso e por um final, que para muitos revela-se confuso, que o filme não tenha atingido o patamar que merecia. É um filme que vale essencialmente pela sua história e imagens, sendo que a qualidade de Heath Ledger e de Johnny Depp dá aquele toque soberbo.

Há um último ponto que gostava de realçar: a qualidade de representação de Lily Cole (a Valentina no filme). Não a conhecia, nunca tinha sequer ouvido falar, nunca a vi em nenhum filme, mas a sua actuação é, sem dúvida, a melhor de todos os actores. É uma verdadeira surpresa. É uma actriz muito recente, sendo que prevejo um enorme futuro. Fiquei abismado com tamanha representação para o seu primeiro grande filme.

Não percam este filme, vale muito, mas mesmo muito a pena. Não só pelo Depp ou o Ledger, mas por tudo. É fantástico.

Nota : 8/10 - Muito Bom


Ver_Trailer