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terça-feira, 16 de setembro de 2008

Bad Books Don't Exist IV


"Quando pela primeira vez contemplam juntos a lua cheia, John e Savannah sentem-se invadidos pela força inequívoca de um amor nascente, pela percepção de um futuro que acaba de ganhar forma e sentido nos seus corações jovens e expectantes. Nunca a lua lhes pareceu tão bela, nem o mundo um local tão pródigo em promessas. Mas a realidade não tarda a impor-se, precipitando uma vaga de acontecimentos que os coloca perante encruzilhadas de vida brutais. As longas separações a que a carreira militar de Jonh - destacado na Alemanha - os obrigou e o peso quase insuportável da saudade impelem Savannah a tomar uma decisão difícil que irá mudar os seus destinos para sempre, mas não o que sentem um pelo outro... No entanto, será a Jonh que caberá a mais amarga de todas as decisões, aquela que ditará os seus futuros de uma forma irrevogável. Mas por mais dolorosa que seja, a escolha certa torna-se sempre nítida quando é o amor genuíno que nos inspira, quando sabemos o que significa amar verdadeiramente alguém..."


Juntos Ao Luar, Nicholas Sparks

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Uma Escolha Por Amor.


Há livros que nos marcam. E esses livros são aqueles que mais perto chegam do nosso coração, são aqueles que por mais que não queiramos ficamos nostálgicos, e a colocar questões: "se fosse a mim que acontecesse...", "oh e se eu pudesse"... no fundo, são aqueles livros que nos acordam para o mundo e para o que realmente pode acontecer.


Neste contexto, Nicholas Sparks oferece-nos sempre, mas sempre, várias interrogações sobre o amor. Por exemplo, em Palavras que nunca te direi, coloca-nos a questão de até que ponto nos podemos apaixonar por palavras, é um início surreal?; em Momento Inesquecível, pergunta-nos: o que farias para transformar a vida curta do teu grande amor melhor?; já em Alquimia do Amor, a questão é diferente: o amor tem idade?; Juntos ao Luar, falamos mais sobre a alma do amor... que nem sempre corresponde a estar junto um do outro. Uma Escolha por Amor, revela-se algo tremendamente tocante... a questão central é: Até onde é que devemos ir em nome do amor?...

Depois o ler, ganhei uma nova visão da vida e do amor... Compreendi especialmente que por vezes, o mais complicado não é encontrar um grande amor, mas sim manter esse grande amor. Nem sempre por culpa nossa, por vezes factores exteriores originam rupturas de contactos... conseguir lidar com isso é complicado. O que mais me tocou foi a imprevisibilidade, até certa altura a escolha a ser feita é uma, depois passa a ser outra mais complicada e é essa parte que transforma o livro em algo de magnifico.

Este livro fala-nos de esperança, de coragem e orgulho. Este vai ficar marcado para sempre. É uma lição de vida, especialmente para quem tem durante anos pessoas querias doentes, vivas, mas que nao tomam as próprias decisões. Fala-nos sobre a escolha a fazer quando tudo parece perdido, está ali, tocamos...mas não sente. Fala-nos sobre o que é viver casos de coma. Gostei. Tocou-me. Ficará guardado para a eternidade.

"As histórias são tão singulares quanto as pessoas que as contam, sendo certo que as melhores são aquelas em que o fim constitui uma surpresa."

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Bad Books Don't Exist III


(…) “No passado, em momentos como aquele, era comum que me faltassem as palavras. Talvez alimentasse o medo secreto de exprimir os meus sentimentos em voz alta, que receasse que as palavras os diminuíssem. Contudo, agora estava a verificar que tinha sido um erro esconder o que pensava e, pondo os lábios junto do ouvido de Jane, sussurrei-lhe as palavras que nunca deveria ter guardado dentro de mim.
-Amo-te, Jane, e ter-te a meu lado faz de mim o homem mais feliz do mundo.
A despeito de ter mantido o silêncio, a forma como se encostou a mim foi a resposta que eu procurava.” (…)

“A Alquimia do Amor” de Nicholas Spark

terça-feira, 29 de julho de 2008

Bad Books Don't Exist II

Um Momento Inesquecível, de Nicholas Spark

«O amor é paciente, o amor é benigno, não é invejoso; o amor não se ufana, não se ensoberbece, não é inconveniente, não procura o seu interesse, não se irrita, não suspeita mal; não se alegra com a injustiça, mas rejubila com a verdade. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.»

As Palavras Que Nunca Te Direi, de Nicholas Spark


"Sem ti nos meus braços, sinto um vazio na alma. dou por mim à procura do teu rosto no meio das multidões - sei que é impossível, mas não consigo conter-me. A minha procura por ti é uma busca interminável destinada ao fracasso. tu e eu tínhamos falado sobre o que aconteceria se fossêmos separados por força das circuntâncias, mas não consigo manter a promessa que te fiz naquela noite. desculpa, meu amor, mas não existirá nunca ninguém para te substituir. as palavras que te murmurei eram absurdas. e eu devia ter percebido isso então. Tu - e só tu - tens sido sempre a única coisa que eu desejei, e agora que já cá não estás, não tenho qualquer desejo de encontrar outra. até que a morte nos separe, sussurámos na igreja, e eu tenho vindo a acreditar que as palavras permanecerão verdadeiras até finalmente chegar o dia em que eu, também, serei levado deste mundo."